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Archive for the ‘Estudos’ Category

Programação Neurolingüistica – PNL

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A programação neurolingüística (PNL) surgiu da mente do matemático Richard Bandler e do professor de Lingüística John Grinder em 1972, em Santa Cruz, na Califórnia. O nome é uma analogia entre a informática e os processos mentais (o software, que, segundo os autores, pode ser reprogramado).

A PNL é baseada na ideia de que a mente, o corpo e a linguagem interagem para criar a percepção que cada indivíduo tem do mundo, e tal percepção pode ser alterada pela aplicação de uma variedade de técnicas. A fonte que embasa tais técnicas, chamada de "modelagem", envolve a reprodução cuidadosa dos comportamentos e crenças daqueles que atingiram o "sucesso".

Um dos pontos básicos de que a PNL trata diz respeito ao que é chamado diferença entre o mundo real e o mundo percebido. A mente cria modelos da realidade, usando referências dos cinco sentidos. E estes modelos são "filtrados" pela focalização da atenção, de modo que o mesmo estímulo percebido se transforma em comportamentos totalmente diferentes, para várias pessoas. Um esquimó, por exemplo, percebe o gelo e a neve de forma completamente diferente de uma pessoa urbana. Sua experiência da neve é mais rica, com muito mais referências. De certa maneira, ele "vive em outro mundo subjetivo".

Alguns conceitos aplicados na PNL:
Mapas e filtros – o que percebemos do mundo é apenas uma parte da realidade – que foi filtrada pelos sentidos, pelas experiências e pelas crenças – e reconstruída no cérebro por meio da linguagem. Essa parcela da realidade é o mapa mental que as pessoas criam, e, fazendo modificações nos filtros, pode-se mudar a percepção de mundo.

Acuidade de percepção – é o domínio da atenção, do ver, ouvir e sentir, com a finalidade de detectar estados internos por meio dos sinais verbais e não-verbais, como, por exemplo, os movimentos oculares.

Empatia – na linguagem da PNL, ela é chamada de rapport e é essencial para criar uma atmosfera de confiança nos relacionamentos.

Feedback – não existe o fracasso. O que existe são apenas resultados, que podem ser usados como feedback, ou seja, uma oportunidade de aprender algo. O fracasso é apenas uma forma de descrever um resultado indesejável.

Ancoragem – é uma técnica de instalação de novas memórias ou de retirada de lembranças desagradáveis. A âncora pode ser um cheiro, um som ou uma imagem, uma percepção sensorial que faz a conexão imediata com a memória arquivada na mente.

Ecologia – é o estudo que o indivíduo deve fazer das mudanças em sua vida, avaliando o que suas alterações no pensamento podem provocar nas pessoas com quem convive. Uma “mudança ecológica” é aquela que provoca efeitos positivos nas demais pessoas.

A PNL se aproveita de conhecimentos de vários campos e os inter-relaciona, em uma espécie de "corte transversal" entre vários assuntos, com um jargão próprio e simplificado visando facilitar seu acesso. Fala de sistemas mas não é Cibernética. Fala de comportamento e mudança mas não é só Psicologia. Fala de liderança, gestão, motivação, aprendizagem, mas não é só Administração, Política, Comunicação ou Pedagogia.

Pode se dizer que a PNL é um corpo de conhecimentos que pretende desenvolver a excelência na experiência subjetiva e no comportamento objetivo do ser humano, buscando aprimorar sua comunicação para facilitar o atingimento de metas de superação.

 

 

Fontes:

SBPNL – Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística – Página Inicial`

Golfinho – O Portal da PNL (Programação Neurolinguística) no Brasil, cursos, livros, artigos, divulgação.

CategoriasCiência, Filosofia

Hinduísmo

 

O Hinduísmo é um tipo de união de crenças com estilos de vida. Sua cultura religiosa é a união de tradições étnicas. Atualmente é a terceira maior religião do mundo em número de seguidores. Tem origem em aproximadamente 3000 a.C na antiga cultura Védica.

Além da Índia, tem um grande número de seguidores em países como, por exemplo, Nepal, Bangladesh, Paquistão, Sri Lanka e Indonésia.

Aqueles que seguem o Hinduísmo devem respeitar as coisas antigas e a tradição; acreditar nos livros sagrados; acreditar em Deus; persistir no sistema das castas (determina o status de cada pessoa na sociedade); ter conhecimento da importância dos ritos; confiar nos guias espirituais e, ainda, acreditar na existência de encarnações anteriores.

O nascimento de uma pessoa dentro de uma casta é resultado do karma produzido em vidas passadas. Somente os brâmanes, pertencentes as castas "superiores" podem realizar os rituais religiosos hindus e assumir posições de autoridade dentro dos templos.

Os hindus são politeístas (acreditam em vários deuses). São os principais: Brahma (representa a força criadora do Universo); Ganesa (deus da sabedoria e sorte); Matsya (aquele que salvou a espécie humana da destruição); Sarasvati (deusa das artes e da música); Shiva (deus supremo, criador da Ioga), Vishnu (responsável pela manutenção do Universo).

 

 

 

Fontes:

http://acaohindu.sites.uol.com.br/

http://www.guia.heu.nom.br/hinduismo.htm

Livro – WU WEI : A arte de viver do Tao

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Wu Wei é o princípio central da filosofia taoista e corresponde a um modo de viver que tem por objetivo reconquistar um estado de harmonia perfeita com o Tao. É um modo de viver que consiste em não fazermos nada de artificial, convencional ou exclusivamente voluntário, e em nos comportarmos sem tentarmos forçar as coisas a serem como desejamos, ou seja, termos uma conduta completamente serena, sem esforço e sem tensão, sem interferência no curso natural dos acontecimentos.

O significado literal de Wu Wei pode ser traduzido como não-ação, ação sem ação ou sem ação. No entanto o que os taoístas da dinastia Han quiseram dizer por Wu Wei era garantir que toda ação estava de acordo com a natureza do momento em particular, dessa forma, Wu wei é a ação dirigida pelas necessidades da situação e não pelas necessidades ou desejos da pessoa

 

Exise um aprendizado que nos faz compreender o que somos. Dessa compreensão surge uma maneira nova de agir – Wu Wei. Isso significa agir através da não-ação deixando acontecer. É a capacidade, o leme da vida para a força que é a dimensão de nós mesmos.

 

O livro aborda a filosofia taoista e de forma direta mostra como aplicar os princípios do Tao em nossas vidas. O Tao diz respeito ao presente, dessa forma o autor aborda praticas e técnicas de como podemos focar no presente sem as interferências das experiências do passado e de um modelo mental pré-definido. Algumas das praticas sugeridas no livro são: mente aberta, analisar o momento, deixar acontecer e desapego.

Nosso Eu é um produto mantido por pensamentos, devemos observar nossos pensamentos para que a mente atinja a tranquilidade.

 

Observar uma montanha sem dizer que é uma montanha.

 

imageO Taoísmo
O taoísmo é uma religião surgida na China do século II durante a dinastia Han e originária de uma filosofia oriental, muito valorizada pelo confucionismo, conhecida como Tao (caminho). A origem do componente filosófico do taoísmo é atribuída ao filósofo chinês Lao Tse, que viveu no século VI a.C.

Alguns aspectos da filosofia taoísta são:
- A sabedoria do Tao é a única fonte do universo;
- A vida é regida por dois elementos: yin (feminino) e yang (masculino). Estas duas forças se complementam e não podem existir uma sem a outra. 
- As atitudes humanas devem estar sempre de acordo com a natureza;
- O ser humano deve buscar o equilíbrio do corpo e deste com a natureza;
- O ser humano deve buscar o desprendimento do mundo material, não devendo desejar nada. De acordo com o taoísmo, quando um desejo é satisfeito, outro aparece em seu lugar.

 

 

 

 

Fontes:

http://www.taoismo.org.br/stb/index.php

http://pt.wikipedia.org/wiki/Taoismo

Metafísica

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A metafísica é um ramo da filosofia que estuda a essência do mundo, é o estudo do ser ou da realidade. O sentido da palavra metafísica deve-se a Aristóteles e a Andrônico de Rodes.

Aristóteles nunca utilizou esta palavra, mas escreveu sobre temas relacionados à physis e sobre temas relacionados à ética e à política, entre outros semelhantes. Andrônico, ao organizar os escritos de Aristóteles, o fez de forma que, espacialmente, aqueles que tratavam de temas relacionados à physis viessem antes dos outros. Assim, eles vinham depois da física (Metha = depois, além; Physis = física). Neste sentido, a metafísica é algo intocável, que só existe no mundo das idéias.

Em resumo, a Metafísica trata de problemas sobre o propósito e a origem da existência e dos seres. Especulação em torno dos primeiros princípios e das causas primeiras do ser. Muitas vezes ela é vista como parte da Filosofia, outras, se confunde com ela.

Metafísica é diferente do misticismo pois usa a logica e a razão, explicações racionais ou causais. Está muito ligada a filosofia. Já o misticismo, trata de experiência que não podem ser explicadas, podem ser apenas sentidas pelo místico. Não se pode explicar a experiência mística, pois exige que a razão explique racionalmente o que não pode ser explicado racionalmente.

No entanto existe muito espaço para interpretação na metafísica, exatamente por não ser empírica. Mas como o próprio nome já sugere, além da física, eu acredito que ele está ai para abrir nossas cabeças aos fenômenos que a ciência não pode ou ainda tem preconceitos em estudar e tentar explicar. Quem sabe no futuro a ciência que conhecemos hoje não convirja para algo similar à metafísica…

 

http://www.dailymotion.com/swf/video/x7g6vr
Metafísica – o que é? por pgjr23

Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Metaf%C3%ADsica

Livro – A Indústria do Holocausto

Escrito por um professor judeu americano da Universidade de Nova York, filho de judeus egressos do Gueto de Varsóvia e sobreviventes do campo de concentração de Maidanek e Auschwitz, o livro é uma denuncia da exploração política, ideológica e financeira do Holocausto pelas grandes organizações judaicas internacionais.

Para Norman G. Finkelstein, “…as atrocidades nazistas transformaram-se num mito americano que serve aos interesses da elite judaica, sendo que nesse sentido, o holocausto transformou-se em Holocausto (com h maiúsculo), ou seja, numa indústria que exibe como vítimas o grupo étnico mais bem sucedido dos Estados Unidos e apresenta como indefeso um país como Israel, uma das maiores potências militares do mundo, que oprime os não judeus em seu território e em áreas de influência”.

 

Tachado de opositor ideológico de Israel, Norman Finkelstein sustenta que o Holocausto nazista foi “recriado” para defender Estado judeu e enriquecer instituições judaicas.

 

 

Não podemos se esquecer também do genocídio do povo árabe na Palestina…

CategoriasHistória, Literatura

A Teoria da Relatividade de Einstein

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A teoria da relatividade de Albert Einstein foi uma revolução para o século XX, pois ela provocou inúmeras transformações em conceitos básicos como também proporcionou que fatos importantes, ainda não explicáveis, pudessem ser explicados. É uma teoria que diz respeito a certos aspectos físicos do Universo, aspectos estes que não são perceptíveis em nossa experiência cotidiana do mundo.

A teoria é composta de duas outras teorias:

  • Teoria da Relatividade Restrita, que estuda os fenômenos em relação a referenciais   inerciais.
  • Teoria da Relatividade Geral, que aborda fenômenos do ponto de vista não-inercial.

    A relatividade pode não ser um assunto muito comum no dia a dia, mas ela faz parte do nosso cotidiano. Quando aproximamos da velocidade da luz tudo muda, nesse sentido a relatividade é muito importante. Não é possível ver como que isso ocorre utilizando carros e aviões, mas as partículas subatômicas podem se movimentar muito rápido, podendo alcançar velocidades bem próximas à velocidade da luz.
    Um instrumento muito comum na atualidade utiliza mecanismos advindos da relatividade para determinar com alta precisão a posição na Terra, esse é o chamado GPS. Encontrado em celulares de última geração, esse instrumento depende de 24 satélites ao redor da Terra para a determinação correta da posição, mas se não fosse a relatividade, todas as medidas estariam erradas. Os cálculos e correções relativísticos são necessários em consequência da velocidade dos satélites, aproximadamente 14 mil km/h. Essa velocidade é realmente pequena se comparada com a velocidade da luz, mas mesmo assim os cálculos são necessários.

    Segue uma boa explicação que encontrei na internet:

    Einstein se perguntou o que aconteceria se alguém pudesse igualar a velocidade da luz. Considere um paralelo: imagine que eu me coloque ao lado de uma arma que é disparada e que eu possa de algum modo acelerar na mesma velocidade da bala. Do ponto de vista de um observador fixo, tanto a bala quanto eu estaríamos nos deslocando numa velocidade bastante alta – algo entre 600 e 700 metros por segundo. Em relação a mim mesmo, porém, a bala estaria parada, já que a nossa posição relativa não estaria se alterando.
    Mas e se a bala estivesse viajando na velocidade da luz – isso é, a cerca de 300.000 quilômetros por segundo? Mais exatamente: será que a luz, assim como acontece com a bala, também pareceria estática quando igualássemos sua velocidade? Este é o problema que Einstein se colocou. Há um complicador que deve ser acrescentado na situação descrita. Ocorre que a luz é uma onda. E a grande questão é: uma onda DE QUÊ? As ondas do mar são, claro, ondas de água. As ondas sonoras são ondas de algum meio material, tal como o ar. Mas do que são feitas as ondas de luz?
    Durante muito tempo imaginou-se que as ondas de luz fossem ondas de uma substância chamada "éter", id[eia descartada posteriormente. A conclusão que então se impôs foi a de que a luz não é o resultado do movimento de alguma substância etérea; ao invés, a luz é a própria onda. Não há luz sem esse movimento e, portanto, não é possível que a luz apareça parada mesmo para quem pudesse igualar a sua velocidade. Melhor ainda: não é possível igualar a velocidade da luz.
    A conclusão disto é que a velocidade da luz é completamente independente da velocidade do observador. Mas a velocidade é o resultado de um certo deslocamento num certo tempo. Assim, se a velocidade da luz é constante seja qual for o ponto de vista que assumirmos, então são os outros fatores que devem mudar para observadores em diferentes velocidades. E é isso mesmo que acontece. Daí algumas das conseqüências mais curiosas e conhecidas da Teoria da Relatividade, tais como as de que, em altíssimas velocidades, o tempo passa (de fato) mais vagarosamente e os objetos (de fato) encolhem.
    Assim, o que diz a Teoria da Relatividade é que o Tempo e o Espaço – tomados como absolutos pela física newtoniana – são relativos e variam um em relação ao outro. Mas, por outro lado, ela coloca a velocidade da luz como invariável e, neste sentido, a Teoria da Relatividade é uma Teoria do Absoluto: o absoluto da velocidade da luz.

 

 

 

 

Referencias:

http://cosmo.fis.fc.ul.pt/~crawford/artigos/O%20Cosmos%20de%20Einstein.pdf

http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_da_relatividade

A Mecânica Quântica

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A mecânica quântica revolucionou nossas noções de energia, matéria e causalidade. O que pensávamos ser partículas não são partículas nem ondas, mas comportam-se ora como uns, ora como outros. A natureza parece ser intrinsecamente indeterminista e só nos é possível prever médias e probabilidades. No entanto, ao nosso redor há inúmeras tecnologias baseadas na mecânica quântica, como os computadores. A teoria quäntica é baseada no uso do conceito de uma unidade -quantum- para descrever as propriedades dinâmicas de partículas subatômicas e as suas interações. Foi iniciada pelo físico alemão Max Planck que postulou em 1900 que a energia só pode ser emitida ou absorvida em pequenas unidades chamadas quanta.

 

A história das partículas que compõem o átomo é bastante recente, só em 1932 confirma-se que os átomos são formados por nêutrons, prótons e elétrons. Em seguida são encontradas partículas ainda menores como o pósitron, o neutrino e o méson – uma partícula internuclear de vida curtíssima (um décimo milésimo milionésimo de segundo).

Atualmente se conhecem 12 tipos de partículas elementares. Elas são classificadas em duas famílias: quarks e léptons. Há seis gerações de partículas quark e seis de léptons. A primeira geração de quarks é a dos up e down, que formam, por exemplo, os nêutrons e os prótons. Os quarks de segunda e terceira geração, os charm e strange e os bottom e top, existiram em abundância no início do Universo. Hoje, são partículas muito raras e só recentemente foram identificadas.

O princípio da Incerteza

Um dos pilares da Mecânica Quântica é o princípio da incerteza de Heisenberg. De acordo com este princípio, para prever a posição e velocidade futuras de uma partícula é necessário poder medir a posição e velocidade atuais. Para se observar a partícula é necessário fazer incidir sobre ela um raio de luz, por exemplo.

Se o comprimento de onda do raio (fóton) for longo, ou seja, menos energético, perturbará menos o movimento da partícula e será possível conhecer a sua velocidade com alguma precisão. Todavia, não conseguimos determinar a posição da partícula com maior rigor do que a distância entre cristas de onda sucessivas. Sendo o comprimento de onda longo, essa distância será maior e, portanto, maior será também a incerteza quanto à posição da partícula. O oposto ocorrerá se fizermos incidir um raio com um comprimento de onda mais curto: perturbará mais o movimento da partícula (tornando mais incerta a sua velocidade), mas permitirá localizá-la com maior precisão. Heisenberg demonstrou que a incerteza quanto à posição multiplicada pela incerteza quanto à velocidade nunca pode ser inferior a uma certa quantidade – a chamada constante de Planck.

O princípio da incerteza tem implicações profundas na forma como vemos o mundo. É impossível prever acontecimentos futuros com precisão, dado não ser possível medir com precisão o estado do Universo. A Mecânica Quântica prevê vários resultados possíveis para uma observação, cada um com a sua probabilidade e, portanto, informa-nos acerca das probabilidades de cada um dos futuros estados possíveis do mundo.

É impossível determinar com precisão absoluta, no mesmo instante, a posição e o momento de uma partícula. Quanto mais precisão buscarmos em um aspecto, mais prejudicado vai ficar outro. Princípio da Incerteza de Heisenberg

Aceleradores de partículas

Os aceleradores são os aparelhos desenvolvidos para "olhar " o núcleo atômico. São eles que fornecem altas doses de energia para que partículas possam romper o campo de força que envolve o núcleo e atingi-lo. Essas partículas podem ser elétrons, prótons, antiprótons. Em grandes anéis circulares ou túneis, as partículas são aceleradas em direção oposta e produzem milhares de colisões por segundo. Um detector registra o rastro das partículas que resultam de cada choque e um computador seleciona as colisões a serem analisadas.

Yin e Yang

Os chineses também iniciaram na antiguidade estudos relacionados à Física. Não se ocupam de teorias atômicas ou estrutura da matéria. Procuram explicar o Universo como resultado do equilíbrio das forças opostas Yin e Yang . Estas palavras significam o lado sombreado e ensolarado de uma montanha e simbolizam forças opostas que se manifestam em todos os fenômenos naturais e aspectos da vida. Quando Yin diminui, Yang aumenta e vice-versa .

A noção de simetria dinâmica de opostos inaugurada pela noção de Yin e Yang será retomada no inicio do século XX com a teoria quântica.

 

 

 

http://www.myvideo.de/movie/7489125
O Apocalipse Quântico e O Universo Holográfico (le… – MyVideo

 

Fontes:

http://afisicasemove.blogspot.com/2009/03/o-que-e-mecanica-quantica.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mec%C3%A2nica_qu%C3%A2ntica

http://www.hfleming.com/qm31.pdf

Livro – O Tao da Física (Fritjof Capra)

Livro – O universo numa Casca de Noz (Stephen Hawking)

Projeciologia e Conscienciologia

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Conscienciologia é o termos proposto pelo médico e pesquisador Waldo Vieira para definir o que seria uma nova ciência dedicada ao estudo da existência e manifestação transcendental do ser.

Neste contexto a consciência seria aquilo que se denomina por ego, alma, espírito, essência, eu, individualidade, personalidade, pessoa, self, ser e sujeito. A projeção dessa consciência para fora do corpo físico foi denominada Projeciologia.

A Conscienciologia, no meu ponto de vista, é constituída a partir de princípios das filosofias orientais (Budismo, Hinduísmo, etc), da Parapsicologia, Teosofia e do Espiritismo. No entanto a visão religiosa ou mística não é aplicada a Conscienciologia que aplica um modelo científico para tentar explicar os fenômenos observados. Podemos observar que todas as filosofias ou religiões citadas anteriormente relatam experiências transcendentais semelhantes que são explicadas de acordo com a cultura local, dessa forma, temos uma mistificação das manifestações da consciência sendo aplicada durante milênios.

Um dos princípios que considero mais importante na Conscienciologia é o Principio da Descrença, esse principio diz que não devemos aceitar nenhuma idéia de maneira apriorista, dogmática, mística, sem reflexão e sem submetê-la a uma análise crítica, desapaixonada e racional. Através do princípio da descrença a pessoa substitui a crença pelo conhecimento advindo da racionalidade e da experiência pessoal.

 

Não acredite em nada, nem mesmo

no que lhe informarem aqui.

EXPERIMENTE.

Tenha suas experiências pessoais.

 

O processo de orientar ao invés de consolar que é praticado pela Conscienciologia é o que mais me chama a atenção. Orientar as pessoas a buscar suas próprias experiências e encontrar suas próprias verdades. Não devemos acreditar em todas as ciências ou praticar tudo que nos é mostrado, mas com a mente aberta e com auto-conhecimento podemos moldar ou descobrir nossa realidade com segurança.

 

Breves definições para Projeciologia e Conscienciologia:

A Projeciologia é um subcampo ou especialidade da ciência Conscienciologia, que estuda as projeções da consciência para fora do corpo físico, ou seja, as ações da consciência (ego, self ou personalidade humana) em dimensões não físicas, livre do restringimento do corpo biológico. A ciência Projeciologia também investiga outros fenômenos projeciológicos, tais como: bilocação, clarividência, experiência de quase-morte (EQM), intuição, precognição, retrocognição, telepatia, entre outros. O termo projeciologia vem do Latim, projectio, projeção e do Grego, logos, tratado.

O fenômeno projetivo é relatado desde a Antiguidade nas mais variadas culturas. Vem desde as chamadas iniciações no período Antigo, o culto ao kha do antigo Egito, o homo duplex descrito pelo escritor francês Honoré de Balzac, até a recente denominação, ainda mísitica, conhecida por desdobramento ou projeção astral.

Hoje, denominado de projeção da consciência ou experiência fora do corpo (out of-the-body experience – OBE), por cientistas e pesquisadores, o fenômeno passou a ser estudado de modo científico, propiciando a autopercepção de que é natural e fisiológico, e de que ocorre com todas as pessoas independente de seu conjunto de valores, credo, raça, sexo, idade, classe social e nível cultural, classificando-se como fenômeno universal.

A ciência Projeciologia foi proposta em 1981, a partir da publicação do livro Projeções da Consciência, de autoria do médico e pesquisador Waldo Vieira, projetor consciente desde os 9 anos de idade. Em 1986, Waldo Vieira publica o tratado Projeciologia – Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano, hoje (2010), em sua 4ª edição, com 1232 páginas e 2040 referências bibliográficas, sendo considerado uma referência internacional sobre o estudo da projeção consciente.

Pesquisas internacionais indicam que a projeção de modo consciente é alcançada e vivida por milhões de pessoas em todo planeta. Todos nós saímos do corpo, normalmente quando dormimos. No entanto, para a maioria da humanidade, falta lucidez durante a experiência extracorpórea e rememoração do fenômeno projetivo vivenciado. Por essa razão, muitos pensam que a projeção não existe. E por não trazerem dela uma lembrança clara, confundem-na com sonhos.

Sair do corpo humano, com lucidez, é a mais preciosa e prática fonte de esclarecimentos e informações prioritárias acerca dos mais importantes problemas da vida, elucidando-nos sobre quem somos, de onde viemos e para onde vamos. Waldo Vieira, Nossa Evolução, 1997.

Diferenças entre sonho e projeção: Nos sonhos, assim como no devaneio, imaginação, alucinação, desequilíbrio mental ou distúrbios psicofisiológicos, não temos controle sobre nossas ações. Entretanto, na projeção consciente, atuamos por nossa própria vontade e determinação. Há várias pesquisas evidenciando as diferenças entre a projeção e esses estados alterados de consciência.

Veículos de manifestação: A consciência utiliza vários corpos ou veículos para se manifestar. O corpo humano ou soma é o veículo mais denso, percebido pelos sentidos físicos, quando estamos acordados, durante a vigília, momento em que todos os veículos de manifestação encontram-se em coincidência, encaixados uns nos outros. Durante o sono ou através de relaxamento físico, por exemplo, estes corpos se desencaixam ou entram em descoincidência, possibilitando à consciência, projetar-se para fora do corpo físico e atuar a partir de outro corpo, mais sutil ou menos denso, o corpo emocional ou psicossoma. O corpo físico permanece dormindo, inanimado, vazio de consciência, sendo mantido apenas pelas funções autônomas biológicas. Enquanto isso, a sede da nossa consciência que se encontra no psicossoma, pode atuar livremente, em outras dimensões. Há ainda a manifestação através do corpo mental ou mentalsoma, sinalizando maior nível de lucidez e racionalidade e menos emotividade. A manifestação da consciência é também bioenergética, quando utiliza o corpo energético ou energossoma, responsável pela saúde e vitalidade. Ao conjunto de todos esses corpos (soma, psicossoma, mentalsoma e energossoma) denominamos holossoma.

Durante uma projeção consciente, é comum a pessoa sentir-se flutuando acima de seu corpo físico. Outras vezes, ela é capaz de ver o próprio corpo adormecido no leito. O projetor também pode sentir vibrações agradáveis em todo corpo, sons ou ruídos dentro da cabeça, sensação de queda-livre, incapacidade temporária de mover o corpo físico, sensação de inchar ou inflar como balão e vários outros sinais correlacionados ao fenômeno projetivo.

Tipos de projeções: Quase sempre nossas projeções ocorrem de modo involuntário ou espontâneo, durante o sono natural ou até mesmo durante um simples cochilo. Em outros casos, a projeção consciente ocorre em situações críticas, como é o caso das Experiências de Quase-Morte (EQMs), tipo de projeção forçada, compulsória ou patológica, causada por traumas orgânicos, acidentes físicos e comum a pacientes terminais ou sobreviventes da morte clínica.

A Projeciologia propõe técnicas projetivas para que o interessado obtenha projeções conscientes voluntárias, sadias e planejadas. Esse tipo de projeção oferece maiores índices de lucidez e rememoração, auxilia o indivíduo a desenvolver o autodomínio emocional, a perder o medo da morte, a repensar seus valores, a dinamizar o autoconhecimento e a entender sua real procedência.

 

A Conscienciologia é a ciência que estuda a consciência – ser, ego, alma, self, princípio inteligente – e suas diversas formas de manifestação. A consciência é você, um ser vivo autoconsciente que se manifesta em outras dimensões fora da vida humana. O termo conscienciologia vem do Latim: conscientia – com conhecimento e do Grego: logos – estudo.

A Conscienciologia estuda a consciência "inteira", considerando todos os seus corpos, dimensões e existências, em um enfoque integrado. A consciência é a nossa realidade maior, mais do que a energia e a matéria, outras de nossas realidades. Nossa consciência não é o corpo físico nem um subproduto do cérebro humano. Na realidade, podemos nos manifestar além do corpo humano e, portanto, do cérebro. Esse fato pode ser verificado através das experiências fora do corpo.

A consciência pode se manifestar a partir de 4 estados básicos:

   1. Estado consciencial intrafísico. Corresponde ao estado de consciência na dimensão física, imersa na matéria vitalizada do corpo físico.
   2. Estado consciencial extrafísico. Corresponde ao estado de consciência na dimensão extrafísica, após ter desativado o corpo físico (morte biológica) ou antes do renascimento.
   3. Estado consciencial projetivo. Corresponde ao estado de consciência projetado para fora do corpo físico, aquele em que o indivíduo se encontra temporariamente com seus veículos de manifestação em descoincidência.
   4. Estado de consciência contínua. Corresponde ao estado de consciência completamente lúcido, no qual a pessoa percebe todo o processo de separação dos corpos, a soltura do energossoma, do psicossoma, podendo chegar à soltura do mentalsoma ou à projeção mental.

Para se manifestar a partir desses 4 estados conscienciais básicos, a consciência utiliza seu conjunto de corpos, ou seja, o holossoma:

   1. Soma: corpo humano.
   2. Energossoma: corpo energético.
   3. Psicossoma: corpo emocional.
   4. Mentalsoma: corpo mental.

Na vigília física, esses veículos estão coincididos. Na vida não-física (extrafísica), quando estamos projetados ou no estado extrafísico, ocorre a descoincidência entre esses veículos de manifestação consciencial, levando-nos a nos manifestar em múltiplas dimensões, além da dimensão física.

A consciência é multiexistencial. A vida humana atual é apenas uma dentre as várias existências da consciência. Já vivemos muitas vidas no passado e viveremos muitas outras no futuro. Em Conscienciologia, essa série de existências da consciência recebe o nome de seriéxis.

A base de manifestação de todas as consciências é constituída por 3 componentes indissociáveis, a que denominados de PENSENE: a idéia ou pensamento (PEN), a emoção ou sentimento (SEN) e a energia (ENE).

A consciência penseniza o tempo todo, ou seja, elabora pensamentos e emite energias sadias ou patológicas, conforme seu estado consciencial. Assim, interage emitindo e recebendo pensenes, em qualquer dimensão (física ou extrafísica) em que se encontre. Tal fato reforça a importância de conhecer mais a fundo seu padrão de pensamento, para identificar padrões externos e ser capaz de perceber quais os seus pensenes e quais os dos outros com os quais está interagindo. Daí a importância de promover a higienização ou a profilaxia dos próprios pensenes, para manifestar-se de modo mais sadio e maduro no local ou ambiente onde atua.

A partir dessas abordagens de estudo da consciência, a Conscienciologia oportuniza a potencialização de várias posturas prioritárias à evolução:

   1. Entendimento da indestrutibilidade da consciência.
   2. Vivência de emoções e sentimentos racionalizados.
   3. Melhoria da capacidade de discernimento.
   4. Reconhecimento de si próprio como agente catalisador da evolução de todos.
   5. Organização racional das próprias idéias.
   6. Ampliação do nível de originalidade do seu trabalho pessoal.
   7. Obtenção de um nível máximo de desrepressão.

Especialidades: A Conscienciologia, ciência multidisciplinar e multidimensional, exige análise acurada de suas especialidades e sub-especialidades. O quadro sinóptico a seguir, mostra as interrelações dessas especialidades, considerando como critério de ordenação, a abrangência espacial em 6 Ordens Lógicas. A elaboração do quadro sinóptico constitui-se de maneira análoga a um estudo anatômico, através do qual vamos situando espacialmente cada elemento (especialidade) em relação aos outros (partes) e ao todo (Conscienciologia).

 

 

Projeciologia e Conscienciologia–entrevista com Waldo Vieira

 

Fontes:

http://www.iipc.org/index.php

http://www.ceaec.org.br/

Livro – Projeções da Consciencia (Waldo Vieria)

Livro–Projeções da Consciência

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Este livro é um diário de experiências fora do corpo de Waldo Vieira que foi lançado em 1979. Nele consta mais de 60 relatos técnicos sobre suas projeções conscientes.

É um livro prático e descritivo, de mais objetividade e menos literatura. Waldo descreve detalhes do ambiente físico como temperatura ambiente, posição do corpo, orientação geográfica, etc, mostrando com isso o interesse ciêntifico sobre a pesquisa.

As projeções eram feitas com a finalidade de obter informes, transmitir conclusões, grafar tudo o que pensasse, sentisse, visse, o que recordasse das excursões instrutivas fora do corpo físico, que receberia assistência nos registros.

Foi o inicio da Conscienciologia como nós conhecemos hoje.

 

–FIM

Livro–Como Acabará o Mundo

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Na primeira parte do livro, que pode parecer pesada para alguns, Flammarion argumenta sobre como o sistema solar, o sol, planeta terra e a humanidade podem ter seu fim considerando acidentes cósmicos (cometas, meteoros, aquecimento solar, etc), enfermidade (alteração na composição química) ou velhice (deterioração natural ficando insuportável a vida, morte do sol, etc) com base na ciência daquela época.

Mostra uma interessante argumentação sobre geologia, astrofísica, biologia e astronomia.

Também podemos notar uma pitada de critica a forma de vida e aos valores da sociedade européia da época e sobre a criação de Deus pela humanidade, que foi a motivação para muitas guerras em seu nome.

Flammarion deixa clara sua posição a respeito de Jesus, Buda e Confúcio, dizendo que na verdade o que eles queriam era melhorar a moral da humanidade.

No entanto essa primeira parte do livro é apenas uma preparação para o verdadeiro objetivo da obra…

Me parece uma descrição muito rica tecnicamente sobre um estado alterado de consciência no qual conseguiu contemplar a experiência de estar em outros planetas do sistema solar. Marte, Júpiter e netuno apenas apoiado na observação do cosmo.

Cria vários cenários envolvendo a pluralidade do mundos habitados, planetas extra-solares, espaço e tempo. Aguçando nossa imaginação e curiosidade sobre sobre…

 

A concepção do tempo, a apreciação da sua passagem, são essencialmente relativa a situação de nosso espírito – pag. 49

 

Talvez o tempo passe mais devagar quando estamos sonhando ou em transe e esse seja o caminho para conhecermos a realidade plena.

 

–FIM

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